02/12/2011

Sexo com diabo: Imaginação, paranormalidade ou problema espiritual?

Postado por Donna

Continuação … Cap.5
Acordei pela manhã (Semana Santa) com o tal anjo tentando me sufocar. Saltei da cama e meu filho acordou. Estava com fome. Minha irmã e minha afilhada estavam passando o feriado da Páscoa na minha casa. Elas acordaram com os meus gritos, pois o anjo me atormentava com um ar agressivo, dizendo: “Hoje vou te matar e matar o teu filho.” Meu marido no quarto não prestava muita atenção, mas ficava com um ar assustado.

As portas e janelas da minha casa se trancaram. Um vento balançava as cortinas inexplicavelmente e o anjo/demônio me dizia várias vezes que naquele dia eu iria morrer e levar o meu filho.

Os objetos se moviam, tentando nos atingir, e ele repetindo várias vezes que iria matar o meu filho. Eu dizia para minha irmã e afilhada: “Vamos, vamos depressa!” Mas as portas não se abriam e não conseguíamos sair. Até que Deus nos ajudou e a porta da rua se abriu, mas a porta da garagem não se abria. Era como se estivéssemos vivendo um filme de terror acordadas. Não era imaginação, não era pesadelo, era real e muito real.

As crianças estavam apavoradas. Uma tinha 10 anos e a outra, 12. E tenho que afirmar que essas crianças não se drogavam, e o que eu estava passando também não era efeito das drogas, pois eu estava acostumada a ver o anjo/demônio desde os 6 anos – NÃO ERA EFEITO DAS DROGAS!

Ele ia mesmo me matar e ao meu filho. Conseguimos entrar no carro e fugir (pensávamos nós), mas o tal anjo atrapalhava o andamento do carro. Eu dirigia em alta velocidade. As crianças debruçavam-se sobre meu filho para o protegerem. Uma das crianças era minha irmã. Havíamos trazido o menino de fraldas e com apenas um agasalho. Eu tentava ver o meu filho, e com medo de que ele o matasse, conduzia o carro desalmadamente. Foi Deus quem nos guiou.

Ao chegar à casa da minha mãe, tentei falar, mas nenhum som saía da minha boca. Eu só cuspia, cuspia; uma saliva muito branca. E destes momentos (porque existem momentos que eu não consigo me lembrar), soube por familiares que presenciaram essas coisas que cuspi tanta saliva, que foi preciso ser usado um lençol. Não estou exagerando.

Ninguém via o tal anjo/demônio, mas pessoas me disseram que eu falava com alguém. Houve quem dissesse que aquilo era bruxaria, feitiço, praga, mas o certo é que o tal anjo estava ali, agora no mesmo quarto, onde eu havia feito o pacto com ele para me matar.

Ele dizia: “Dá-me todo o ouro que eu te dei!” E disseram-me que eu jogava todo o ouro no chão. Levaram meu filho para longe de mim porque me disseram que eu própria queria matá-lo. Hoje eu sei que estava completamente possuída por ele (anjo). Ele estava dentro do meu corpo.

Chamaram os médicos, que nada puderam fazer. Até os bruxos a que me levaram disseram: “Não podemos fazer nada nesta Semana Santa.”

Levaram-me à Igreja Católica, e nada puderam fazer. Dizem que não conseguiam me controlar. Estava completamente possuída, louca, e que gritava, gritava e rasgava toda a minha roupa. Até que me levaram para o Miguel Bombarda (hospital psiquiátrico). Estava louca?

Lá, arrebentei uma camisa de força. Tiveram que me atar à cama, e a cama se levantava do chão. Passaram-se três dias e voltei ao meu estado normal. Toda a minha família, amigos, vizinhos, foram me visitar. Naquele momento, eu sentia um ódio do meu marido, da família dele, que até me doía o peito, e eu não conseguia saber por que o odiava tanto.

Uma junta médica se reuniu, me chamou e perguntou se eu era louca. Respondi agressivamente que não! Então, eles mandaram chamar meus pais, e nos disseram o seguinte: “A filha de vocês não é louca; não conseguimos achar nenhuma explicação para o que aconteceu. Nosso conselho é que se os senhores quiserem, levem-na à medicina popular (bruxos).” E no dia seguinte deram-me alta. Saí do hospital.
 Cap.6
Por tempos pensei que o tal anjo havia sumido. Tentava levar uma vida normal. Era dona de um restaurante e também fazia algo que gostava: dava aulas em um ginásio.
Mas, tempos depois, aí estava ele de novo, o tal anjo. Agora ele estava mais mal do que eu já havia visto, e estava sempre perto do meu filho. Eu não dizia nada porque não queria ir outra vez para o hospital.
O meu casamento continuava uma mentira. Eu continuava a fumar drogas e, dessa vez, tomava doze comprimidos por dia.
O meu marido continuava me traindo e nossa relação estava péssima, embora tivéssemos negócios (restaurantes, bons carros). Todos pensavam que eu estava bem – MENTIRA!
Eu tinha crises nervosas que ele, anjo/demônio, se apoderava do meu corpo, tanto que a madrinha do meu filho me dizia (quando eu ficava calma): “Fátima, parecia que tu tinhas o diabo no corpo!”
Meu marido engravidou a amante, mas antes dessa gravidez eu sabia que ela já havia feito um aborto dele. Eu sofria bastante, mas não o deixava. Bem que eu queria, mas minha mãe me dizia: “Não, filha, divórcio não.” Então, eu aguentava, sendo machucada, humilhada e atormentada.
As drogas eram a minha companhia. Fumava mais de 20 charros (haxixe, liamba, etc) por dia, juntamente com os 12 comprimidos.
Tentei me matar pela segunda vez. Mais uma vez, não consegui. Desta vez tomei uma dose grande de comprimidos com álcool. Sobrevivi.
Comecei a não ligar para nada. Fingia ser feliz. O mundo pensava que eu tinha dado a volta por cima. Mentira. Mas, poucos amigos começaram a ver que algo estava estranho na minha vida.
Outros pensavam: “Fátima é muito louca; é o máximo!” Comecei a ler as palmas de suas mãos e lhes dizia que era o anjo, mas eles continuavam pensando que eu estava sob efeito das drogas. E diziam eles: “Você está fumando muito, menina.”
O filho da amante nasceu. Outra facada no meu peito. Que ódio eu sentia!
Numa manhã de muito sol estava me preparando para ir buscar o meu pai no cais de Alcântara. O anjo/demônio fez com que eu visse a foto do bebê na carteira de meu marido, e o tal anjo me disse: “Vai, vai, enforca-o. Enforca o teu marido!”
Fui ter com o meu marido no quarto e tentei matá-lo. Uma discussão infernal começou. A essa altura, estava conosco em casa uma amiga passando alguns dias. Eu morava perto da praia, então, várias amigas tinham o hábito de passar uns dias lá.
Essa amiga entrou no meu quarto, tirou meu filho de lá e o levou para fora, para o quintal. Eu peguei uma faca para matar o meu marido e ela tentando me puxar para fora, para o quintal.
Só sei que quem acabou banhada em sangue fui eu. Por pouco não fiquei sem mão e paralisada. Manhã sangrenta, nem senti o corte (o safado do tal anjo estava dentro de mim).
Tudo isso foi passando...





mural de fotos

Em 02/12/2011

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Hey everybody 🍍

Super agradecida pelo comentário que acabou de escrever, as perguntas,
desabafos, desamores ou o que for será respondido aqui no blog...
a menos que seja o Seu Silvio Santos, aí é vip rs

con amore, Donna

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